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28 Years Later: The Bone Temple – Crítica Filme

by Beatriz Silva

28 Years Later: The Bone Temple (28 Anos Depois: O Templo dos Ossos) é o quarto filme da saga que começou em 2002 e chega agora aos cinemas portugueses com a realização de Nia DaCosta e argumento de Alex Garland.

Nunca tinha visto um filme desta saga porque nunca me tinha chamado assim tanto a atenção. Mas ao saber que tinha a oportunidade de ver este novo filme com dois atores que adoro, decidi fazer o trabalho de casa. Vi 28 Days Later, com o Cillian Murphy e Naomie Harris e até gostei de entender que não era mais um filme com zombies, até porque neste filme, quem tem o vírus, é chamado de Infetado e a transmissão é através do sangue dos mesmos ou através de uma mordida. Gravado com uma câmara mais antiga para trazer o cenário apocalíptico pretendido, foi um bom começo da jornada.

Confesso que não vi 28 Weeks Later por saber que tinha uma história completamente à parte, por isso, passei diretamente para o 28 Years Later, que conta com Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer, Alfie Williams e Jack O’Connell já mesmo na cena final. Neste filme, não adorei a gravação com o Iphone 15 mas gostei muito da forma como colocaram o Spike a tentar salvar a mãe de uma doença bastante comum nos dias de hoje, mas muito difícil de tratar no cenário em que estão.

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Este novo filme, passa-se depois dos eventos do terceiro filme, quando Spike encontra os Jimmies, liderados então pelo Jimmy de O’Connell. E começa logo impactante com este grupo a cometer atrocidades. O pior é que não é contra os infetados, mas sim contra pessoas que tentam sobreviver como eles a esta epidemia, tudo em nome do Satanás, o que traz de certa forma para cima da mesa a temática das crenças, sejam elas quais forem.

A par e passo, acompanhamos o Dr. Ian Kelson de Fiennes, que tenta conectar-se com um Alfa (um infetado já super evoluído) enquanto continua a sua construção do templo de ossos. Nesta parte da narrativa, estamos mais focados na parte da ciência, uma vez que ele tenta usar os últimos medicamentos que encontrou para garantir a paz e companhia do Alfa de quem apelidou de Samson, mas também para tentar encontrar uma cura.

O filme tem um argumento que surpreende bem mais que o anterior, embora sejam os dois escritos por Alex Garland. É verdade que vai chocar muito, especialmente pela sua violência, mas também vai fazer com que o público dê umas boas gargalhadas!

E ainda bem que Nia DaCosta deixou os Iphones de lado, porque trouxe-nos uma realização muito impactante. Há cenas incríveis visualmente e outras que enjoam só de ver.

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E acreditem, Ralph Fiennes e Jack O’Connell neste filme foi a combinação perfeita. Com a empatia de um e a loucura de outro, ambos trazem algo diferenciador às suas personagens e é a interpretação deles que nos deixa agarrados ao grande ecrã. Por favor, podem dar um Óscar a estes dois?

Por isso mesmo, este filme vale a pena ser visto no cinema, pelos efeitos, pela banda sonora, pela cinematografia mas, sem dúvida, pelas representações incríveis destes dois atores. E no final, na última cena, há uma surpresa para os fãs do filme original! Agora resta esperar para ver onde é que esta história nos vai levar a seguir.

8/10

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