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Os 25 melhores filmes nos cinemas em 2025

by The Golden Take

Desde os primeiros dias de “Ainda Estou Aqui” e “O Brutalista”, aos últimos dias de “Zootrópolis 2” e “Avatar: Fogo e Cinzas”, 2025 foi um ano recheado de variedade e a equipa do The Golden Take votou nas suas escolhas de 25 melhores estreias nos cinemas portugueses em 2025.

25 – Avatar: Fire and Ash (50 pontos)

de James Cameron, com Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver
Sinopse: A família Sully adapta-se a uma nova vida após a perda de um dos filhos, até que a ameaça humana em aliança com o Povo das Cinzas, promete alterar o rumo das tribos de Pandora.

Apesar de percorrer trilhos semelhantes aos filmes anteriores não deixa de ser um espectáculo visual incrível, sobretudo em IMAX 3D.

24 – O Riso e a Faca (50 pontos)

de Pedro Pinho, com Sérgio Coragem, Cleo Diára, Jonathan Guilherme
Sinopse: Um engenheiro ambiental português chega a uma metrópole na África Ocidental para trabalhar para uma ONG durante a construção de uma estrada necessária mas polémica.

Uma viagem longa (sobretudo na versão integral) e extremamente imersiva ao coração da África atual e ao confronto entre a visão que os portugueses têm e a realidade local. Uma experiência única e muito bem-vinda no cinema português.

23 – Better Man (50 pontos)

de Michael Gracey, com Robbie Williams, Jonno Davies, Steve Pemberton
Sinopse: A vida do cantor Robbie Williams, de êxitos mundiais como “Feel”, “Angels” e “Rock DJ”, numa sátira musical em que é interpretado por um macaco numa indústria musical que leva os jovens ao limite.

Um biopic absolutamente fora do normal, com grande honestidade e total dedicação do próprio Robbie Williams, ao ritmo de grandes músicas do virar do século.

22 – Chainsaw Man: Reze Arc – The Movie (60 pontos)

de Tatsuya Yoshihara, vozes de Kikunosuke Toya, Reina Ueda, Shiori Izawa
Sinopse: Numa guerra entre demónios, caçadores e inimigos secretos, uma jovem misteriosa chamada Reze entra na vida de Denji, o imparável Chainsaw Man.

Chainsaw Man vai ainda mais longe neste segundo filme que beneficia a 100% da experiência no grande ecrã da sala de cinema.

21 – Zootopia 2 (60 pontos)

de Jared Bush, vozes de Ginnifer Goodwin, Jason Bateman, Idris Elba
Sinopse: Judy Hopps e Nick Wilde enfrentam um novo caso que ameaça a estabilidade de Zootopia, numa conspiração contra os répteis que expõe tensões sociais latentes.

Um segundo filme com uma história mais simples mas não menos energética, cujo maior trunfo é a adorável química entre Hopps e Wilde, que se tornam num verdadeiro casal como se vê poucos no cinema de animação.

20 – As Meninas Exemplares (70 pontos)

de João Botelho, com Rita Blanco, Crista Alfaiate, Catarina Wallenstein
Sinopse: Uma exploração de normas de comportamento e pressão moral, de acordo com a trilogia da Condessa de Ségur.

João Botelho aposta em atrizes adultas para interpretar crianças nesta adaptação irreverente que capta o visual dos contos infantis. Fora do filme é de louvar a decisão de fazer uma tournée pelos cine-teatros de Portugal, com direito a diálogo com o público e exposições de arte, para levar o filme e a pintura a todos.

19 – Sorry, Baby (70 pontos)

de Eva Victor, com Eva Victor, Naomi Ackie, Lucas Hedges
Sinopse: Uma mulher lida com as consequências de um trauma profundo ao embarcar num processo de reconstrução emocional.

Um dos filmes mais emocionais do ano e uma excelente estreia na realização para Eva Victor. Precisa de ser visto por mais pessoas.

18 – Eternity (80 pontos)

de David Freyne, com Elizabeth Olsen, Miles Teller, Callum Turner
Sinopse: Após a morte as almas têm uma semana para decidir com quem ficar para sempre. Joan tem de optar entre o marido com quem passou toda a sua vida e o namorado de juventude que faleceu na guerra e esperou uma eternidade pela chegada de Joan ao além.

Uma comédia romântica com um pano de fundo que aumenta a complexidade do cenário típico.

17 – 28 Years Later (80 pontos)

de Danny Boyle, com Alfie Williams, Ralph Fiennes, Aaron Taylor-Johnson
Sinopse: 28 anos depois de um surto viral catastrófico transformar o Reino Unido numa zona de quarentena, um rapaz numa ilha fortificada aventura-se por terra em busca de uma cura para a doença da mãe.

Danny Boyle arrisca na forma e no estilo nesta muito aguardada sequela ousada que não desilude e que é o primeiro filme de uma promissora trilogia, cujo segundo capítulo estreia já em janeiro e o terceiro encontra-se em desenvolvimento.

16 – Sing Sing (80 pontos)

de Greg Kwedar, com Colman Domingo, Clarence Maclin, Sean San José
Sinopse: Detidos encontram na arte um meio de expressão e redenção durante um programa de teatro numa prisão de segurança máxima.

Nomeada ao Óscar de Melhor Filme esta é uma história verídica impactante, com um magistral Colman Domingo e um excelente primeiro papel de Clarence Maclin.

15 – No Other Land (100 pontos)

de Basel Adra e Yuval Abraham
Sinopse: Documentário sobre os deslocamentos forçados na Cisjordânia, registando o impacto direto do conflito em comunidades locais.

Vencedor do Óscar de Melhor Documentário, este filme não poderia ser mais relevante no clima atual em que a palavra humanidade está a perder o seu significado.

14 – Together (100 pontos)

de Michael Shanks, com Dave Franco, Alison Brie, Damon Herriman
Sinopse: Um casal muda-se para uma casa de campo. Após uma tempestade que os obriga a passar a noite abrigados numa gruta, uma estranha atração desenvolve-se entre ambos quando regressam a casa.

Um dos filmes de terror mais originais dos últimos tempos que funciona sobretudo como análise ao momento em que a vida de casal já viu dias melhores.

13 – The Life of Chuck (100 pontos)

de Mike Flanagan, com Tom Hiddleston, Mark Hamill, Chiwetel Ejiofor
Sinopse: A vida de um homem comum contada dos seus últimos dias à sua infância.

Adaptação de um conto de Stephen King que coloca todo um mundo numa história extremamente humana e emocional, fazendo jus à premissa de que cada pessoa é um universo.

12 – Bring Her Back (120 pontos)

de Danny Philippou e Michael Philippou, com Sally Hawkins, Billy Barratt, Jonah Wren Phillips
Sinopse: Dois irmãos de luto descobrem um ritual perturbador ligado à mãe adotiva.

Depois de “Talk to Me”, a dupla australiana dos irmãos Philippou regressa com outra história perturbadora e uma Sally Hawkins assustadora.

11 – It Was Just an Accident (120 pontos)

de Jafar Panahi, com Vahid Mobasseri, Mariam Afshari, Ebrahim Azizi
Sinopse: Irão, atualidade. Um mecânico recebe um pedido de ajuda de uma família que teve um acidente de carro, mas tem a sensação de que o homem foi quem o torturou na prisão. Decide pedir ajuda a outros antigos prisioneiros do regime para confirmar as suspeitas e poder vingar-se.

Vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes, Panahi conta uma história que lhe é muito próxima, optando por um tom mais humorístico na maioria do filme para chegar uma justa conclusão bem séria.

10 – Mickey 17 (130 pontos)

de Bong Joon-ho, com Robert Pattinson, Naomi Ackie, Steven Yeun
Sinopse: Um clone descartável participa em missões letais num planeta distante. À 17ª morte começa a levantar questões sobre a sua identidade.

No primeiro projeto do realizador desde que venceu o Óscar de Melhor Filme com “Parasite”, Bong Joon-ho regressa à ficção científica numa sátira por vezes bizarra do significado da vida e com um Robert Pattinson muito competente nas suas múltiplas iterações.

9 – Mission: Impossible – The Final Reckoning (140 pontos)

de Christopher McQuarrie, com Tom Cruise, Hayley Atwell, Simon Pegg
Sinopse: Ethan Hunt enfrenta as consequências finais da sua missão para travar uma inteligência artificial que está a tentar controlar o arsenal nuclear mundial.

Há falhas a apontar neste último capítulo de Missão Impossível mas não deixa de ser um espetacular adeus de Tom Cruise a uma das sagas mais marcantes do cinema de ação nos últimos 25 anos.

8 – Bugonia (140 pontos)

de Yorgos Lanthimos, com Emma Stone, Jesse Plemons, Aidan Delbis
Sinopse: Dois homens convencem-se de que a CEO de uma multinacional é uma alienígena escondida num corpo humano e decidem raptá-la.

Yorgos Lanthimos embarca num terceiro filme com Emma Stone neste remake de uma comédia sul coreana que é bem-sucedido na adaptação à atualidade e ao estilo tão típico do realizador.

7 – The Brutalist (140 pontos)

de Brady Corbet, com Adrien Brody, Felicity Jones, Guy Pearce
Sinopse: Um arquiteto húngaro tenta reconstruir a vida nos EUA do pós-guerra.

Uma epopeia do sonho americano como se vêem poucas atualmente, com mestria em todos os campos, da realização à direção de fotografia, passando pelo elenco, direção artística e banda sonora.

6 – Ainda Estou Aqui (170 pontos)

de Walter Salles, com Fernanda Torres, Selton Mello, Fernanda Montenegro
Sinopse: Uma família brasileira enfrenta o desaparecimento do pai durante a ditadura militar.

Walter Salles regressa em grande no seu primeiro filme a solo desde 2014 com uma poderosa história verídica ainda muito atual. Uma poderosa interpretação de Fernanda Torres ao nível da sua mãe Fernanda Montenegro em “Central do Brasil”. O grande vencedor do Óscar de Melhor Filme Internacional e que chegou a mais de 300 mil espectadores nas salas de cinema portuguesas.

5 – F1: The Movie (200 pontos)

de Joseph Kosinski, com Brad Pitt, Damson Idris, Kerry Condon
Sinopse: Um ex-piloto regressa à Fórmula 1 para orientar um jovem talento.

Colocando Brad Pitt e Damson Idris no meio de verdadeiros pilotos de F1 durante o verdadeiro campeonato da F1, era uma proposta dispendiosa e arriscada da Apple mas que resultou num êxito comercial e num filme que assim que começa a bombar o som dos motores e a banda sonora de Hans Zimmer faz subir a adrenalina e o entusiasmo de todos.

4 – The Long Walk (240 pontos)

de Francis Lawrence, com Cooper Hoffman, David Jonsson, Mark Hamill
Sinopse: Um grupo de jovens participa voluntariamente numa competição mortal em que andam por tempo indeterminado acima dos 6km/h até só restar um deles.

Uma adaptação do livro de Stephen King bem eficaz e muito mais realista e crua que o inicialmente esperado, e cuja força reside na interação entre Cooper Hoffman e David Jonsson, dois jovens atores com uma futura carreira promissora.

3 – Weapons (350 pontos)

de Zach Cregger, com Julia Garner, Amy Madigan, Josh Brolin
Sinopse: Na noite passada, às 2h17, todas as crianças da turma da Professora Gandy deixaram os respetivos quartos, abriram as portas de casa e desapareceram misteriosamente na escuridão…

Ainda há espaço para ideias originais no cinema e “Weapons” é diferente em muitos aspetos. Depois de “Barbarian”, Cregger apresenta um filme que é mais que uma simples história de terror e mistério, excedendo as expectativas e trazendo ao mundo uma personagem marcante (sem spoilers) interpretada por Amy Madigan.

2 – Sinners (560 pontos)

de Ryan Coogler, com Michael B. Jordan, Miles Caton, Hailee Steinfeld
Sinopse: Anos ’30, sul dos EUA. Dois irmãos gémeos regressam à cidade natal confrontando um passado violento. Mas um mal ainda maior está prestes a chegar.

Um dos êxitos mais inesperados do ano, “Sinners” é um novo clássico não só do cinema de terror mas do cinema em geral. Ryan Coogler cria um mundo com alma que tem muito a dizer sobre o racismo e a escravatura ao mesmo tempo que apresenta uma história com muita música, paixão e espírito de sobrevivência.

1 – One Battle After Another (570 pontos)

de Paul Thomas Anderson, com Leonardo DiCaprio, Chase Infiniti, Sean Penn
Sinopse: Um antigo ativista revolucionário agora com uma filha adolescente, vive isolado e em permanente paranoia. Um dia, o homem que o perseguia descobre o seu paradeiro.

Será que é desta que Paul Thomas Anderson leva um Óscar para casa? Parece que sim. “One Battle After Another” foi um cheque caro para a Warner Bros. mas o resultado é um dos melhores filmes deste primeiro quarto de século. Uma história cujo ritmo não abranda do início ao fim, com um DiCaprio frenético, um Penn implacável, um Del Toro sensei e uma revelação na jovem Chase Infiniti. Tudo com realização, argumento, montagem, fotografia e banda sonora impecáveis. Um verdadeiro clássico dos tempos modernos.

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