Gen V – Crítica Série

A série The Boys da Amazon Prime Video pode não ser para todas as pessoas, mas a verdade é que há sempre um grande hype à volta de novas temporadas, especialmente para ver os cameos que ela traz. Claro que um spin-off foi muito bem vindo e podemos dizer que Gen V tem a essência da sua antecessora, tornando-se um ótimo legado! 

O mais incrível de The Boys tem sido, por um lado, o argumento, uma vez que é uma série que não tem medo de arriscar, não tem medo de não ser para toda a gente por ter um humor muito sórdido mas também porque traz consigo cenas inusitadas e nada expectáveis que, por outro lado, é super fixe ver como alguns atores alinham em fazer determinadas cenas que nunca esperámos vê-los fazer, e tudo sem se denegrirem. É esta a “magia” de The Boys e tem vindo a conquistar fãs de temporada para temporada.

Claro que tinha receio com Gen V. Embora tenhamos a série original muito firme e a caminho da 4ª temporada, temos sempre de recear quando algo “novo” (porque é adaptado da BD) surge, por não sabermos se vai fazer justiça ao que adorámos ver até então.

E surpreendeu-me muito. Mantém o humor, consegue trazer-nos personagens principais mas também secundárias com poderes que nos deixam mesmo com a cabeça à roda e ainda traz uma boa premissa que não só acompanha o que já temos visto em The Boys, como nos introduz a novas histórias das próprias personagens.

O elenco tem vindo a surpreender muito de episódio para episódio à medida que conhecemos o passado das suas personagens e como isso os impacta. É engraçado pensar que aqueles por quem torcemos, podem não durar muito ou que as coisas podem mudar de um minuto para o outro, deixando-nos atarantados. Sim, nunca vou esquecer a primeira cena do primeiro episódio de The Boys ou até mesmo a icónica cena do Térmita na 3ª temporada da série e sim, é esse tipo de atarantados (quem viu, saberá).

Chance Perdomo (Andre Anderson), Jaz Sinclair (Marie Moreau), Patrick Schwarzenegger (Golden Boy), Maddie Phillips (Cate Dunlap), Derek Luh (Jordan Li)

A Jaz Sinclair tem surpreendido muito como Marie, cujo poder envolve o sangue (e como ela não faz a menor ideia da dimensão do mesmo e do quão especial pode ser), está a ser engraçado ver Chance Perdomo num papel totalmente diferente daquele que vimos nos últimos dois filmes de After, ver como o filho de Arnold Schwarzenegger – o Patrick – nos impressiona logo, ou até mesmo Maddie Phillips com os seus poderes “telecinéticos” e London Thor e Derek Luh a interpretarem Jordan. E claro, não me posso esquecer da Lizzie Broadway e do Asa Germann que têm tido cenas incríveis com as suas personagens Emma e Sam, respetivamente.

Já os cameos também a ser algo espetacular aqui em Gen V e estou ansiosa para ver o que futuros episódios nos trarão.

De episódio para episódio tenho ficada agarrada a querer que venha mais uma semana e isto não é só porque estamos no mesmo universo de The Boys, mas sim porque a série está a conseguir trazer algo novo também ao que já estava bem trabalhado. Por isso é que fiquei super feliz com a renovação para a segunda temporada tão cedo, uma vez que achei que a mesma só ia chegar quando estreasse o último episódio e não o 6º!

Para já ainda faltam alguns episódios, por isso mesmo, depois atualizarei esta crítica com a pontuação final mas se ainda não começaram a ver, vejam!

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