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Remake de “Mulan” custou mais de $300 milhões de dólares à Disney

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Li Gong, uma das atrizes que integra o elenco do remake de “Mulan”, afirmou que este é o filme mais caro da Disney. Inspirado na animação de 1998, a longa-metragem incide na história de Hua Mulan, uma mulher que se disfarça de guerreiro para ocupar o lugar do pai no exército chinês.

Desde 2010 que a Disney planeia efetuar um remake em formato live-action de “Mulan, contudo, só em 2015 é que o projeto começou a ser desenvolvido.

Na altura, surgiram algumas polémicas no que toca ao argumento original do filme, visto que o protagonista seria um homem. Porém, mais tarde, a Disney efetuou alterações no argumento, e clarificou que Mulan seria a personagem principal da história.

Por conseguinte, foi entretanto anunciado que Liu Yifei iria retratar o papel principal. Para contracenar com a atriz, surgem nomes como Donnie Yen, Gong Li, Jason Scott Lee, Tzi Ma, Yosan An e Jet Li.

Entretanto, numa entrevista que deu recentemente, Gong Li afirmou que este remake de “Mulan” custou mais de trezentos milhões de dólares à Disney.

Segundo Li, este investimento avultado por parte do estúdio incide na necessidade de aprimorar os efeitos especiais na conceção de batalhas, personagens e outras criaturas místicas que surgem no filme.

Para este projeto, a Disney prometeu ser bastante fiel à lenda chinesa original sobre Mulan. Em 2018, o estúdio divulgou a primeira imagem oficial do remake, onde a personagem surge de espada em punho

Ao que parece, a longa-metragem não será fiel à sua contra-parte animada no que toca ao género musical, embora incorpore algumas músicas conhecidas do público.

Ao investir de forma tão comprometedora, a Disney deverá estar à procura de bons resultados junto da bilheteira. Para se ter noção, na fasquia que supera os trezentos milhões de dólares investidos pelo estúdio, surgem filmes como “Avengers: Age of Ultron” ou, mais recentemente, “Avengers: Endgame”.

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Focus Features divulga trailer do filme “Downton Abbey”

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A Focus Features divulgou o trailer oficial de “Downton Abbey”, filme que servirá de continuação à série emitida entre 2010 e 2015. Nesta nova aventura pelo grande ecrã, boa parte do elenco original está de regresso.

“Downton Abbey”, a aclamada série em torno da família Crawley, será agora revisitada no cinema. A longa-metragem contará com a participação de Maggie Smith, Michelle Dockery, Laura Carmichael, Elizabeth McGovern, Hugh Bonneville, Jim Carter e Brendan Coyle, que regressam para interpretar os papéis que desempenharam outrora.

Julian Fellowes, o criador de “Abbey”, regressou para escrever o argumento do filme. Quanto à realização, ficou a cargo de Brian Percival, que trabalhou em quatro episódios da série.

“Downton Abbey” é ambientada numa propriedade fictícia no Yorkshire, durante os anos de 1912 e 1926. O enredo segue a vida aristocrática da família Crawley, tal como das pessoas que trabalham na propriedade da família. Desta feita, ao longo da série, alguns acontecimentos históricos acabam por afetar o percurso da família na hierarquia social britânica.

Por conseguinte, parte dos eventos descritos em “Downton Abbey” incidem em capítulos da história verídica:

  • Naufrágio do Titanic (primeira temporada);
  • A eclosão da Primeira Guerra Mundial, a pandemia da gripe espanhola e o escândalo Marconi (segunda temporada);
  • A guerra pela independência Irlandesa que levou à formação do Estado Livre Irlandês (terceira temporada);
  • O escândalo Teapot Dome (quarta temporada);
  • As eleições gerais de 1923 no Reino Unido, Massacre de Jallianwala Bagh e o “Beer Hall Putsch” (quinta temporada);
  • A ascensão da classe trabalhadora durante o período entre guerras e o eventual declínio da aristocracia britânica (sexta, e última, temporada).


No que toca ao filme, a história central promete incidir numa visita real do rei George V e da rainha Mary (isto é, os avós da rainha Elizabeth) a Downton.

Joanne Froggatt, a atriz que interpreta Anna, a criada de Lady Mary, afirmou o seguinte sobre a sua personagem no filme: “Ela e o Sr. Bates têm um bebé, agora com 18 meses”.

Allen Leech, o ator que interpreta Tom Branson, afirmou que vão existir cenas partilhadas por Branson e Lady Mary: “Branson e Lady Mary vão surgir juntos. Eles são uma grande equipa e, neste filme, serão mais do que nunca”.

De acordo com Michelle Dockery, por sua vez, Lady Mary apresenta agora uma vida bastante estável: “Ela e o seu segundo marido (Henry Talbot) apoiam-se um ao outro e são bons amigos. É bom ver a Mary desta maneira, ao invés da constante agitação em torno da sua vida amorosa.”, afirmou a atriz.

Em contrapartida, uma das grandes linhas emocionais da longa-metragem incide no regresso de Carson. Embora tenha deixado Downton nas mãos capazes de Thomas, uma nova história de “Downton Abbey” não seria a mesma sem a presença do homem que a soube governar tão bem.

Adicionalmente, Maggie Smith também regressou para trabalhar no filme, o que foi visto como uma surpresa visto que, no término da série, a atriz deu a entender que não pretendia voltar a interpretar Violet Crawley.

No filme, Smith contracena com Imelda Staunton (a atriz que interpretou Dolores Umbridge em “Harry Potter”) que, embora não tenha participado na série, é uma das novas caras nesta longa metragem. Para além de Staunton, outros acréscimos ao elenco incluem nomes como Geraldine James, Simon Jones, David Haig, Tuppence Middleton, Kate Phillips, Stephen Campbell Moore e Max Brown.

“Downton Abbey” tem estreia marcada para o dia 19 de Setembro de 2019 nas salas de cinema em Portugal.

 

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Bryan Cogman, argumentista de “Game of Thrones”, vai trabalhar na série sobre “Lord of the Rings”

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Adeus, Iron Throne. Olá, Middle-earth. Bryan Cogman, que assumiu funções de argumentista e produtor em “Game of Thrones”, vai agora trabalhar como consultor da série que a Amazon está a conceber no universo “Lord of the Rings”.

De acordo com a revista Variety, Bryan Cogman vai exercer a função de consultor de JD Payne e Patrick McKay, os argumentistas da série que a Amazon está a desenvolver sobre “Lord of the Rings”.

Em “Game of Thrones”, Cogman foi assistente de David Benioff e D.B. Weiss, os criadores da série. Posteriormente, ficou célebre por ser um conhecedor devoto da história criada por George R.R. Martin. Desta forma, foi responsável por escrever “Cripples, Bastards, and Broken Things”, episódio da primeira temporada, ou “Kissed by Fire”, da terceira.

A título de curiosidade, também foi Colman que escreveu “A Knight of the Seven Kingdoms”, o episódio mais aclamado pela crítica da última temporada de “Game of Thrones”. Por isto e mais, chegou inclusive a receber um elogio por parte do próprio George Martin:

“Dave and Dan—even though there were two of them, there really needed to be three. Bryan was the third head of the dragon.”

Quanto à série em torno de “Lord of the Rings”, a Amazon confirmou recentemente que o enredo será ambientado na Segunda Era. Desta feita, corresponde a um espaço temporal de três mil entre esta história e “Fellowship of the Ring”, a primeira parte da trilogia clássica.

Efetivamente, “Fellowship of the Ring”, de Peter Jackson, descreveu o fim da Segunda Era, quando a última aliança de elfos e homens enfrentou as forças de Sauron. Não obstante, a Segunda Era é composta por mais de três mil e quatrocentos anos, sendo que teve início depois de Morgoth (o “dark lord” antes de Sauron) ter sido banido.

Os direitos para a concepção da série foram adquiridos pela Amazon no ano passado e, ao que parece, tanto os direitos televisivos como os custos de produção devem rondar os quinhentos milhões de dólares.

Embora ainda não haja de produção anunciada, espera-se que esta nova aventura de “Lord of the Rings” estreie em 2021.

 

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Hulu poderá adaptar “The Eyes of the Dragon” de Stephen King

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Depois de várias obras adaptadas para os grandes ecrãs, “The Eyes of the Dragon”, a obra que Stephen King escreveu em 1984, poderá ser adaptada para uma série televisiva pela Hulu.

De acordo com o Deadline, Seth Grahame-Smith (“Pride and Prejudice”) vai escrever o argumento do episódio piloto. Adicionalmente, vai assumir funções de produtor executivo ao lado de Bill Haber, Roy Lee, David Katzenberg e Jon Berg.

Esta não é a primeira vez que a Hulu trabalha na adaptação de obras do autor em questão. No passado, o serviço de streaming emitiu “11/22/63” e “Castle Rock” (cuja segunda temporada tem estreia marcada para este ano).

Primordialmente, King escreveu “The Eyes of the Dragon” para que Naomi, a sua filha, pudesse ler algo que não estivesse relacionado com histórias de terror.


O enredo tem lugar em Delain, cujo o reino vive momentos de enorme turbulência. Roland, o rei, faleceu, e Peter, o príncipe herdeiro, tem de lutar para conseguir o que é seu por direito. No entanto, terá de enfrentar os planos do maquiavélico Flagg, um feiticeiro que pretende que Thomas, o irmão de Peter, assuma o trono.

Desta feita, o livro foi publicado pela primeira vez em 1984 num formato de edição limitada e, posteriormente, numa versão mais célebre no ano de 1987.

No final da década de 1990, “The Eyes of the Dragon” esteve na calha para ser adaptado a uma animação. Posteriormente, em 2012, a Syfy pretendeu efetuar um filme ou uma minissérie baseados no livro. Todavia, em ambos os casos, surgiram problemas em torno dos direitos da obra.

Entretanto, mais recentemente, a Hulu acabou por vencer a Apple numa nova batalha pela obtenção dos direitos da adaptação do livro.

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“A Rainy Day In New York”: Woody Allen divulga trailer do seu 50º filme

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Woody Allen está de volta, agora com o seu quinquagésimo filme, ao qual intitulou de “A Rainy Day in New York”, protagonizado por Timothée Chalamet, Elle Fanning, entre outros atores de luxo. Chega a Portugal em outubro.

Desde “Annie Hall” (longa-metragem que arrecadou quatro Óscares da Academia), Woody Allen protagonizou uma das campanhas mais prolíferas na história cinematográfica, ao lançar um filme por ano.

Em contrapartida, nos últimos tempos, os talentos inegáveis ​​de Allen foram enfatizados por alegações de má conduta sexual contra a sua filha adoptiva. Embora o realizador tenha negado as acusações, a verdade é que a polémica trouxe repercussões para a sua carreira.

Por conseguinte, recentemente, a Amazon Studios optou por cancelar o lançamento de “Rainy Day in New York”, o mais recente filme de Allen. Todavia, embora envolvido em polémica, o trailer oficial do filme foi agora divulgado na página oficial do realizador no Facebook.

Em “Rainy Day in New York”, Allen regressa à sua tão amada Nova Iorque. O enredo gira em torno de um jovem casal que vive múltiplas aventuras na “cidade que nunca dorme” durante um fim de semana.

Para além de Timothée Chalament (Call Me By Your Name) e Elle Fanning (Maleficent), no elenco desta comédia romântica surgem nomes como Jude Law, Diego Luna, Selena Gomez, Liev Schreiber, entre outros.

Desta feita, dado o panorama atual, foi anunciado que “Rainy Day in New York” será lançado na Europa e na América do Sul no outono de 2019. Não obstante, não existem informações sobre quando será efetuado o lançamento nos Estados Unidos da América.

Ao todo, durante a sua carreira, Woody Allen arrecadou quatro estatuetas douradas (duas por “Annie Hall”, uma por “Hannah and Her Sisters” e outra por “Midnight in Paris”), sendo que recebeu outras vinte e seis nomeações.

O filme tem estreia marcada para o dia 24 de Outubro de 2019 nas salas de cinema em Portugal.

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A Disney adquiriu 67% do controlo operacional da Hulu

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A Disney continua a dar que falar, agora por ter adquirido por completo o controlo operacional da Hulu, uma vez que chegou a acordo com a Comcast, que ainda detém 33% das ações da plataforma de streaming.

Depois da aquisição da 20th Century Fox, a Disney e a Comcast Corporation  firmaram o contrato “putt/call”, uma modalidade que assume a função de acordo provisório com a duração de cinco anos e que faz da Disney detentora de 67% do controlo operacional do serviço de streaming.

Desta feita, em 2024, quando o contrato terminar, a Comcast pode exigir que a Disney adquira as ações da NBCUniversal, que comportam os 33% do serviço.

Não obstante, a Disney tem também o direito de exigir que a NBCUniversal venda esta participação sob um valor de mercado justo. Desta feita, estima-se que haja uma capitalização da Hulu na bolsa de valores em, pelo menos, 27.5 mil milhões de dólares.

Até agora, o controlo da Hulu estava dividido entre três empresas, isto é, a Disney, Fox e Comcast.

Ao completar o processo de aquisição da Fox, a Disney passou a comportar mais de 50% do serviço de streaming, porém, acabou agora por adquirir uma fatia ainda maior (67%)  da mesma.

Por conseguinte, este negócio vai permitir que a Disney amplifique a sua posição de concorrente forte nos mercados domésticos e internacionais para combater empresas como a Netflix, Amazon.com e Apple.

Ao mesmo tempo, a Disney também vai lançar uma serviço de streaming, o Disney Plus. Durante uma conferência de investidores que se realizou na passada terça-feira, Bob Iger, o presidente-executivo da Disney, anunciou que o serviço será lançado na Índia.

 

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Mindhunter: O que podemos esperar da segunda temporada

Mindhunter temporada 2

Foi em Outubro de 2017 que a Netflix estreou “Mindhunter”. A segunda temporada está prevista para agosto, segundo a revelação acidental de Charlize Theron.

A primeira temporada contou com a realização de David Fincher, o argumento de Joe Penhall e Jennifer Haley, tendo sido protagonizada por Jonathan Groff.

No enredo, o ator retrata Holden Ford, um jovem agente do FBI que ambiciona compreender as convicções dos ‘serial killers’, bem como os motivo que os levam a cometer homicídios.

A série é baseada no livro que John Douglas (um ex agente do FBI) escreveu sobre as entrevistas que fez a alguns dos mais notórios assassinos em série dos EUA. Entre eles, surgem os nomes de Edmund Kemper, John Wayne Gacy e Ted Bundy.

Na primeira temporada de “Mindhunter”, Ford tenta ganhar a confiança de alguns destes assassinos para compreender as suas ações. Todavia, embora de sangue a fervilhar nas veias, o jovem necessita do auxílio de Bill Tench (Holt McCallany), um agente veterano.

Por conseguinte, é com este objetivo que Ford aposta na Unidade de Ciência Comportamental. O foco primordial incide na investigação da mente dos assassinos em série, para evitar que outros pratiquem as mesmas ações.

Não obstante, “Mindhunter” quebra a fórmula banal de uma simples investigação policial. Ao invés de narrar a história de um grupo de agentes do FBI que investiga homicídios, consiste quase por completo em entrevistas que Ford e Tench efetuam aos vários assassinos.

Esta opção acaba por fornecer a Fincher, tal como aos outros realizador da série (Andrew Douglas, Asif Kapadia e Tobais Lindholm), um certo terreno fértil para examinar os detalhes desagradáveis em torno das histórias de cada um desses homens, mas também para analisar o impacto que têm na vida pessoal dos agentes.


Charlize Theron, uma das produtoras executivas da série, afirmou recentemente que a segunda temporada deverá estrear na Netflix em Agosto deste ano. Contudo, ao passo que a primeira temporada teve dez episódios, a segunda será constituída apenas por oito.

Desta vez, as investigações de Ford e Tench vão incidir nos homicídios de crianças em Atlanta durante a década de 1980, algo que é baseado em factos verídicos. Efetivamente, entre 1979 e 1981, foram assassinados pelo menos vinte e oito afro-americanos (crianças, adolescentes e adultos) na cidade de Atlanta.

O enredo desta nova temporada irá incluir a história de Charles Manson, que será retratado por Damon Herriman. Curiosamente, Manson também é interpretado por Herriman em “Once Upon a Time in Hollywood”, o novo filme de Tarantino.

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Irmãs Wachowski estão a trabalhar num novo Matrix

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Em 2019, celebra-se o vigésimo aniversário da estreia de “Matrix” nos cinemas e para celebrar em grande, já está a trabalhar num novo filme.

A longa-metragem de ficção científica teve direito a duas sequelas (“Matrix Reloaded” e “Matrix Revolutions”), e tornou-se um marco na história do cinema pela realização, efeitos visuais e pela temática abordada.

“Matrix Revolutions” estreou em 2003 e, entretanto, dezasseis anos depois, parece que Lana e Lilly Wachowski estão a trabalhar num quarto filme da saga.

A notícia foi avançada por Chad Stahelski (realizador de “John Wick: Chapter 3 – Parabellum”), durante uma entrevista que deu ao Yahoo Movies UK.

Stahelski, que foi o duplo de Keanu Reeves nos três filmes de “Matrix”, afirmou também que gostaria de voltar a trabalhar na saga:

“Estou muito feliz que as Wachowskis estejam não só a fazer um Matrix, mas a expandir aquilo que adoramos (…) Se eles quiserem ajuda, coloco de lado tudo o que estiver a fazer para as ajudar.”

Stahelski não clarificou se as irmãs vão realizar o filme, ou assumir apenas funções no argumento e produção da obra, todavia, o projeto está a ser desenvolvido.

No passado, Keanu Reeves afirmou que só voltaria a participar num filme de “Matrix” se as Wachowskis estivessem envolvidas na realização e na conceção do argumento. Seja como for, parece que essa realidade está agora mais perto de se concretizar.

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Once Upon A Time In Hollywood vai estrear no Festival de Cannes

once upon a time in hollywood brad pitt e leo

A próxima longa-metragem de Quentin Tarantino, Once Upon a Time in Hollywood, que simboliza o nono filme de dez que ele pretende fazer, brilha agora em Cannes, vinte e cinco anos depois de “Pulp Fiction” ter tido a sua estreia.

Ambientado em Los Angeles durante o verão de 1969, “Once Upon a Time em Hollywood” gira em torno de Rick Dalton, o consagrado protagonista de uma antiga série televisiva.

Juntamente com Cliff Booth, o seu duplo, está à procura de uma oportunidade no mercado cinematográfico. O homicídio de Sharon Tate e de quatro dos seus amigos, provocado pelo culto de seguidores de Charles Manson, serve como pano de fundo para a história principal.

O filme é protagonizado por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, que contracenam com Margot Robbie, Timothy Olyphant, Michael Madsen Tim Roth, Damian Lewis, Luke Perry, Emile Hirsch, Dakota Fanning, Clifton Collins Jr., Keith Jefferson, Nicholas Hammond, Al Pacino, entre outros.

Originalmente, Burt Reynolds foi escolhido para interpretar George Spahn no filme, contudo, o ator faleceu antes de começar a trabalhar nas filmagens do projeto. Entretanto, o papel foi entregue a Bruce Dern, um grande amigo de longa data de Reynolds.

“Estávamos com receio de que o filme não estivesse pronto, mas Quentin Tarantino, que não saiu da sala de edição durante quatro meses, é um verdadeiro, leal e pontual filho de Cannes (…) O filme é uma carta de amor ao Hollywood da sua infância, uma digressão pelo rock de 1969 e uma ode ao cinema como um todo. Além de agradecer ao Quentin e à sua equipa por passarem dias e noites na sala de edição, o festival quer agradecer especialmente às equipas da Sony Pictures, que tornaram tudo isto possível”, afirmou Thierry Fremaux, diretor do Festival de Cannes.

O Festival de Cannes decorre no final deste mês, de 14 a 25 de maio. No passado, Tarantino viu “Pulp Fiction” a arrecadar a Palme D’or. Posteriormente, voltou a ser nomeado com “Death Proof” (2007) e “Inglourious Basterds” (2009).

Após terem sido exibidos em Cannes, tanto “Pulp Fiction” como “Inglourious Basterds” tornaram-se candidatos nos demais circuitos de prémios ligados ao cinema. Desta feita, “Once Upon a Time in Hollywood” poderá também ganhar visibilidade pela sua estreia no Festival.

Embora seja um pouco cedo demais para efetuar conjeturas acerca dos candidatos aos Oscars para 2020, a exibição de um filme em Cannes assume, por norma, a função de trampolim para os holofotes em torno dos prémios da Academia.

“Once Upon a Time em Hollywood” tem estreia marcada para o dia 8 de Agosto de 2019 nas salas de cinema em Portugal.

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Vincent Cassel vai participar na terceira temporada de “Westworld”

vincent cassel

Vincent Cassel foi recentemente anunciado como novo membro do elenco de “Westworld”. O ator vai participar na terceira temporada da série e, segundo consta, irá retratar um novo vilão.

Num comunicado divulgado pela revista Variety, Jonathan Nolan e Lisa Joy, os criadores da série, teceram o seguinte comentário sobre esta adição ao elenco:

“Estamos muito animados em trabalhar com o Vincent Cassel. Nós somos fãs de longa data dele, e estamos entusiasmados que se tenha juntado à equipa de Westworld.”

Para além de Cassel, também Aaron Paul e Lena Waithe são novidades para a terceira temporada. Desta forma, juntam-se a nomes como Evan Rachel Wood, Thandie Newton, Ed Harris, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Luke Hemsworth, Talulah Riley e Rodrigo Santoro.

Na segunda temporada da série, Dolores e os demais anfitriões do parque levam a cabo uma revolta contra a humanidade num nível totalmente novo.

Por conseguinte, Nolan e Joy prometeram uma “mudança radical” para a nova temporada, que ainda não tem data de estreia definida:

“O que é convincente e apelativo em relação a estes personagens é que eles não são humanos. Os humanos estão ligados pelos mesmos laços que os anfitriões, e em alguns aspectos até menos. Não se pode esperar que os personagens humanos resistam e sobrevivam ao tipo de história que estamos a contar. Os anfitriões têm uma versão diferente da mortalidade, uma perspectiva diferente. No caso da Dolores, hajo que existe um maior conjunto de metas. Eles são existenciais. Eles abrangem eras. E este é um nível fascinante de história para nos envolvermos.”, afirmou Nolan numa entrevista que deu ao The Hollywood Reporter.

“Westworld”, uma odisseia sombria sobre a aurora da consciência artificial e o nascimento de uma nova forma de vida na Terra, é baseada no filme que Michael Crichton concebeu em 1973.

A série foi criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, que também assumem funções de produtores executivos ao lado de J.J. Abrams, Richard J. Lewis, Roberto Patino, Atena Wickham e Ben Stephenson.

 

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