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Paramount vai distribuir novo filme com Scorsese e DiCaprio

leonardo dicaprio martin scorsese

De acordo com o Deadline, “Killers of the Flower Moon”, o filme que vai voltar a juntar Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio, foi adquirido pela Paramount Pictures. O estúdio irá financiar e distribuir a longa-metragem após um acordo anunciado no CineEurope em Barcelona.

Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese vão trabalhar juntos em “Killers Of The Flower Moon”. Como não deverá ser novidade para ninguém, estes dois “monstros” da indústria cinematográfica já estiveram lado a lado em algumas ocasiões (“Gangs of New York”, “The Aviator”, “The Departed”, “Shutter Island” e “The Wolf of Wall Street”).

Para além de protagonizar, DiCaprio, assume também funções de produtor, com Scorsese a ocupar a cadeira da realização. Quanto ao argumento, será adaptado por Eric Roth (“Forrest Gump”, “The Insider”, “A Star is Born”).

Entretanto, Jim Gianopulos, o chefe da Paramount, anunciou que o estúdio fechou um acordo para financiar e distribuir “Killers of the Flower Moon”.

Baseado no livro de David Grann, este novo filme promete incidir na investigação que o FBI efetuou no início da década de 1920, quando começaram a surgir vários homicídios a famílias indígenas que, devido ao facto de terem recebido direitos sobre o petróleo descoberto nas suas propriedades, ficaram ricas.

No passado, DiCaprio participou em filmes que abordaram os primórdios do FBI (“J. Edgar” de Clint Eastwood) e a violência cometida contra os nativos americanos ao longo da história (“The Revenant”, de Alejandro G. Iñárritu).

Em 2016, a Imperative Entertainment pagou cinco milhões de dólares pelos direitos da adaptação do livro, e elegeu Eric Roth para trabalhar no argumento. Entretanto, Scorsese e DiCaprio demonstraram interesse no projeto durante o ano seguinte.

“Quando li o livro do David Grann, comecei a “vê-lo” imediatamente – as pessoas, as configurações, a ação – eu sabia que tinha de transformá-lo num filme”, declamou Scorsese num comunicado.

Por agora, é expectável que tanto DiCaprio como Scorsese entrem na rota da temporada de prémios deste ano, devido a “Once Upon a Time in… Hollywood”, de Quentin Tarantino, e “The Irishman” (onde Scorsese junta Robert DeNiro, Al Pacino, e um restante elenco de luxo).

Devem competir na temporada de premiações deste ano, graças ao seu papel em Once Upon a Time, de Quentin Tarantino, em … Hollywood e a biografia do hit do Netflix, The Irishman, respectivamente. A dupla pode se encontrar de volta na corrida do Oscar no próximo ano também, assumindo que Killers of the Moon Flower comece a filmar em breve para fazer uma data de lançamento final de 2020. Caso contrário, a colaboração mais recente do par soa bastante intrigante e, esperamos, manterá sua sequência de filmes impressionantes juntos.

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Lionsgate quer adaptar o novo livro de “The Hunger Games”

the hunger games the mockingjay jennifer lawrence

Suzanne Collins anunciou que vai escrever uma prequela de “The Hunger Games”, cujo lançamento está previsto para 19 de Maio de 2020. Adicionalmente, de acordo com o The Hollywood Reporter, o filme será adaptado para o grande ecrã pela Lionsgate.

Suzanne Collins, a autora de “The Hunger Games”, anunciou que está a trabalhar na concepção de uma prequela da saga. O lançamento do livro está previsto para Maio de 2020, sendo que a adaptação cinematográfica deverá ter o cunho da Lionsgate.

As aventuras distópicas de Katniss Everdeen capturaram a atenção de muitas pessoas em 2008, aquando do lançamento do primeiro livro de “Hunger Games”. A história incide numa amálgama de temas clássicos de jovens adultos com o espírito de “1984”, de George Orwell, e uma boa dose de ficção científica.

O primeiro livro deu origem a uma trilogia, onde Katniss passou de uma simples voluntária no concurso de sobrevivência anual de Panem ao símbolo de uma revolução nacional que abalou o Capitólio e o seu regime maligno.

Muitos fãs deverão associar “The Hunger Games” a Jennifer Lawrence, visto que a longa-metragem de 2012 transformou a atriz numa verdadeira estrela de Hollywood. A trilogia foi desenvolvida em quatro filmes, todavia, pode-se argumentar que, tal como muitas outras adaptações para o grande ecrã, a franquia começou a perder força à medida que progredia.

No entanto, tanto os livros como os filmes cimentaram um legado duradouro, não fosse o aglomerado de fãs que nunca deixaram a franquia esmorecer por completo.

Agora, por meio da sua conta oficial no Twitter, a editora Scholastic anunciou que Suzanne Collins está a trabalhar num novo livro de “The Hunger Games”, com lançamento previsto para 19 de maio de 2020. O livro (atualmente sem título) vai funcionar como uma prequela da história original, uma vez que será ambientada sessenta e quatro anos antes das aventuras de Katniss Everdeen.

Joe Drake, o presidente da Lionsgate (o estúdio por trás dos filmes anteriores), afirmou recentemente que já estão a ser efetuadas negociações com a autora para que o novo livro seja adaptado ao cinema.

Efetivamente, esta é uma notícia fantástica para os fãs de “The Hunger Games”, especialmente porque Suzanne Collins ainda não tinha dado a entender que iria escrever mais um livro da saga.

A história de Katniss teve um final conclusivo. Porém, visto que a história será ambientada tantos anos antes, isto permitirá que a autora explore os lendários Dark Days logo após o Capitol tomar o controlo, sendo que os leitores também poderão ter um vislumbre do décimo torneio dos Hunger Games.

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Divulgada primeira imagem de “West Side Story” de Steven Spielberg

west side story 1957

Os dados estão lançados. Steven Spielberg e a Twentieth Century Fox já começaram a trabalhar na nova versão de West Side Story. Entretanto, foi divulgada a primeira imagem oficial da longa-metragem, onde o destaque é entregue a Tony, de Ansel Elgort, e Maria, de Rachel Zegler.

As filmagens de “West Side Story”, de Steven Spielberg, já começaram. Em 2014, o cineasta admitiu o interesse em trabalhar numa nova versão do musical da década de 1950. Porém, foi somente no ano passado que ficou confirmada a aposta de Spielberg na conceção do projeto. Desde aí, foi anunciado que Ansel Elgort, Corey Stoll, Brian D’Arcy James e Rita Moreno (do filme original) iriam integrar o elenco.

Com o argumento de Spielberg e Tony Kushner, o novo “West Side Story” é adaptado do musical de 1957, ao invés do filme de 1961. Este último arrecadou dez Óscares em 1962, incluindo os galardões de Melhor Filme, Melhor Realização e Melhor Atriz Secundária (para Moreno).

Com esse tipo de legado, não é de admirar que a Disney e a Fox tenham agendado o lançamento desta versão de Spielberg para a temporada de prémios do ano que vem. Desta feita, com base no calibre do elenco e da equipa do filme, é uma jogada inteligente por parte dos estúdios.

Entre os retratados na imagem, surgem os membros The Jets e Sharks, dois grupos rivais que lutam entre si pelo domínio no cenário histórico de Manhattan. No centro da foto surge Tony, de Elgort, o antigo membro dos Jets que se apaixona por Maria (Rachel Zegler), a irmã de Bernardo, o líder dos Sharks.

Da esquerda para a direita, surgem também outros membros dos Jets – Anybodys (Ezra Menas), Mouthpiece (Ben Cook), Action (Sean Harrison Jones), Riff (Mike Faist) e Baby John (Patrick Higgins). Enquanto isso, Bernardo está acompanhado por Quique (Julius Anthony Rubio), Chago (Ricardo Zayas), Chino (Josh Andrés Rivera), Braulio (Sebastián Serra) e Pipo (Carlos Sánchez Falú).

O pano de fundo da história de 1957 está a ser trabalhado por Adam Stockhausen, que também exerceu funções de diretor de produção em “Bridge of Spies” e “Ready Player One”, por isso deve ser tão convincente e autêntico como o cenário histórico dos dramas do período recente de Spielberg.

E enquanto esta será a primeira vez que Spielberg opta pela aventura em musicais, o realizador nunca foi de desistir de um desafio técnico, sendo que já deu mostras do certo senso de carisma que tem da Broadway (mais notavelmente, em “Anything Goes” – a cena inicial de “Indiana Jones and the Temple of Doom”).

“West Side Story” tem estreia prevista nas salas de cinema para 2020.

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Revelado teaser trailer de “Doctor Sleep”, sequela de “The Shining”

doctor sleep

Publicado em 2009, “Doctor Sleep” ganha agora também uma adaptação cinematográfica e é a continuação da obra que Stephen King publicou em 1977 (The Shining).

A história passa-se vários anos depois de Jack Torrance enlouquecer no Overlook Hotel mas agora narra a história do seu filho – Danny – em adulto. Nesta história, Danny mede forças com um grupo nefasto que se alimenta da energia de crianças que compartilham os mesmos poderes psíquicos que ele.

Segundo Mike Flanagan, “Doctor Sleep” não será apenas uma sequela. O realizador que também trabalhou recentemente em “Gerald’s Game” (também baseado numa obra de King) e em “The Haunting of Hill House”, afirmou que o filme servirá também de ponte entre o universo da longa-metragem de Stanley Kubrick e o romance de King.

No que toca ao filme original, qualquer fã de King que se preze sabe que existem algumas diferenças entre o romance e a longa. No entanto, a adaptação de Kubrick é considerada um clássico de terror e está tão presente na cultura popular (“Here’s Johnny!”) que deixa agora os fãs na expectativa quanto ao trabalho de Flanagan.

“It is an adaptation of the novel Doctor Sleep, which is Stephen King’s sequel to his novel The Shining. But this also exists very much in the same cinematic universe that Kubrick established in his adaptation of The Shining. And reconciling those three, at times very different sources, has been the most challenging and thrilling part of this.”

Desta feita, uma das partes mais difíceis da filmagem de “Doctor Sleep” para Flanagan foi tentar decidir o que deveria homenagear: o romance de King ou o filme de Kubrick – que King odiava notoriamente. Efetivamente, andou na corda bamba para conseguir homenagear ambas as obras: “Tanto King como a Kubrick Estate gostaram do filme!”, afirmou.

A interpretar Danny Torrance surge agora Ewan McGregor, que contracena com Rebecca Ferguson, Jacob Tremblay, Zahn McClarnon, Bruce Greenwood, Carel Struycken , Emily Alyn Lind, Jocelin Donahue, entre outros.

“Doctor Sleep” tem data de estreia prevista para o dia 14 de novembro de 2019 nas salas de cinema em Portugal.

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Foram divulgadas novidades sobre “Gladiator 2”

gladiator 2

Em novembro de 2018, foi anunciado que Ridley Scott iria trabalhar na criação de uma sequela de “Gladiator”, , a longa-metragem que arrecadou o Óscar na categoria de Melhor Filme em 2001. Entretanto, os produtores do novo filme confirmaram um detalhe interessante sobre o enredo de “Gladiator 2”.

Walter F. Parkes e Laurie MacDonald confirmaram recentemente que os trabalhos em torno da sequela de “Gladiator” vão começar brevemente. Numa entrevista que deram ao HeyUGuys, os produtores afirmaram que estão a trabalhar com Scott e com o argumentista Peter Craig.

“We’re working with Ridley. That’s one we wouldn’t touch unless we felt in a way to do it was legitimate. We’re working with an amazing writer as well — Peter Craig”.

Adicionalmente, Parkes acrescentou que o enredo terá lugar entre 25 a 30 anos após os acontecimentos que foram narrados no primeiro filme. 

Ao que parece, a sequela de “Gladiator” deverá incidir na história de Lucius, o sobrinho de Commodus (que foi retratado por Joaquin Phoenix), o líder romano morto por Maximus. O personagem de Russell Crowe morreu no final do filme original e, desta forma, não será uma força motriz na sequência. Não obstante, a presença de Maximus será sentida como uma figura inspiradora para Lucius.

De acordo com esta nova pista divulgada por Parkes, e seguindo a analogia desta possibilidade no que toca ao enredo, Lucius deverá surgir na versão de jovem adulto. Em 2000, a personagem foi retratada por Spencer Treat Clark, todavia, ainda não se sabe se o ator vai voltar a interpretar o papel.

A sequela vai contar com a produção da Paramount, que trouxe Craig a bordo do projeto. Este argumentista trabalhou em “Top Gun: Maverick”, com Tom Cruise, “The Town”, de Ben Affleck, ou ainda nos dois “The Hunger Games: Mockingjay”.

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Christian Bale e Matt Damon são parceiros no trailer de “Ford v. Ferrari”

ford v ferrari

A 20th Century Fox divulgou o primeiro trailer de “Ford v. Ferrari”. O filme, que conta com a participação de Matt Damon e Christian Bale nos papéis principais, narra a história em torno da rivalidade entre a Ford e a Ferrari na disputa pela Le Mans de 1966.

Protagonizado por Matt Damon, que interpreta Carroll Shelby, e Christian Bale, que dá vida a Ken Miles, “Ford v. Ferrari” promete narrar a história verídica acerca da rivalidade entre a Ford e a Ferrari nas lendárias 24 Horas de Le Mans.

O projeto foi desenvolvido durante alguns anos e, num ponto inicial, foi idealizado para ser protagonizado por Tom Cruise e Brad Pitt. Entretanto, James Mangold (“Logan”, “Walk the Line”, “3:10 to Yuma”) acabou por assumir o leme do filme em 2018, sendo que a produção teve início no passado mês de Julho.

A longa metragem é ambientada na década de 60 e retrata os eventos que culminaram na vitória da Ford na Le Mans, destronando a Ferrari, o que parecia uma missão impossível à época. O sucesso almejado foi atingido pela parceria entre Carroll Shelby e Ken Miles.

O trailer faz um bom trabalho a estabelecer a narrativa principal do filme; Henry Ford II (Tracy Letts) quer vencer a Ferrari em Le Mans e Shelby é recrutado para ajudar a construir um carro com o potencial necessário para atingir o objetivo.

Todavia, Shelby (designer de automóveis americanos) percebe que é necessário mais do que um milagre de engenharia para alcançar o sucesso e, desta feita, Ken Miles acaba por ser fundamental para o plano na condição de piloto.

“This is David vs. Goliath vs. Goliath. You’ve got the industrial Goliath with Ford and the charismatic Goliath of reputation with Ferrari, and then this true story of the triumph of the misfits.” – Christian Bale

Bale vem de uma nomeação ao Óscar pela sua performance em “Vice” e, mais uma vez, poderá demonstrar suas habilidades de camaleão. Adicionalmente, a escolha de Mangold para ocupar a cadeira da realização poderá vir a dar frutos na obtenção de prémios.

Os espectadores têm apenas um gostinho do seu turno aqui, mas parece que será outro atrativo. Na vida real, Miles e Shelby eram associados próximos, um aspecto que Ford vs. Ferrari deveria cobrir em detalhes. 

Adicionalmente, a longa-metragem conta ainda com a participação de Letts, Jon Bernthal, Noah Jupe, Caitriona Balfe, Ray McKinnon, Josh Lucas e Remo Girone.

“Ford v. Ferrari” tem estreia marcada para o dia 14 de novembro nas salas de cinema em Portugal.

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Tony Todd vai participar no remake de “Candyman”

candyman destaque

Jordan Peele vai produzir o remake de “Candyman”, o filme de terror que Bernard Rose realizou em 1992. A longa-metragem será realizada por Nia DaCosta, que trabalhou recentemente em “Little Woods”, e vai contar com a participação de Tony Todd.

Tony Todd, o ator que protagonizou “Candyman” (1992), vai participar no remake da longa-metragem. O projeto contará com a realização de Nia DaCosta (“Little Woods”), e a produção de Jordan Peele.

“Out of the blue I got a phone call from Jordan Peele. We’re still waiting for the contract, but the way he explained it to me was that it’s gonna be applause-worthy moments. That’s his words. No matter what happens with that, it’s gonna just put renewed attention on the original”, afirmou Todd.

A juntar a Todd, Yahya Abdul-Mateen II, de “Aquaman”, vai interpretar a personagem principal, sendo que Teyonah Parris também faz parte do elenco. Adicionalmente, Lakefield Stanfield está de momento em negociações para integrar o projeto.

Lançado em 1992, “Candyman” tornou-se um clássico no género de filmes de terror. O enredo incide na história de Helen Lyle, uma estudante de pós-graduação que está a efetuar uma pesquisa sobre lendas e mitos em Chicago. Durante o processo, conhece Anne-Marie McCoy, que lhe fala sobre The Candyman, uma lenda urbana.

Anteriormente conhecido pelo seu papel em “Key & Peele”, uma série de sketchs de comédia, Jordan Peele veio a cimentar uma posição na conceção de filmes de terror, ao realizar “Get Out” e “Us”.

“Candyman” é inspirado na obra de Clive Barker e, nas palavras de Peele, foi “um marco para a representação negra no género de terror”.

 

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É oficial: Robert Pattinson vai interpretar Batman no cinema

batman

No início do mês de Maio, surgiu a informação de que Robert Pattinson era um dos atores favoritos para interpretar o papel de Bruce Wayne / Batman no novo filme de Matt Reeves. Entretanto, o Deadline confirmou que a Warner Bros. aprovou Pattinson para interpretar o herói na longa-metragem que, segundo consta, será a primeira de uma trilogia.

Desde que Matt Reeves assumiu o leme do novo projeto em torno de “The Batman”, a ideia incide na conceção de um reboot da versão efetuada por Zack Snyder (onde o herói foi retratado por Ben Affleck), e efetuar a abordagem a uma fase mais nova da personagem.

Por conseguinte, era necessário escolher um Bruce Wayne mais jovem e, desta feita, surgiram rumores de que Robert Pattinson poderia ser o escolhido para o papel. Todavia, pouco depois dessa informação ter sido divulgada, foram apontados outros nomes para retratar a personagem (Nicholas Hoult, Armie Hammer ou Aaron Taylor-Johnson).

 

Mais recentemente, foi revelado que Pattinson e Hoult fizeram testes para o papel em questão. Contudo, parece que a Warner Bros. optou, de facto, pelo ator que protagonizou a saga “Twilight”. Assim, Robert Pattinson será o sétimo ator a interpretar Batman em filmes no formato de live-action.

O ator está de regresso aos projetos com orçamentos mais avultados, depois de se ter afastado por completo da vida de vampiro. Desde essa altura, Pattinson voltou a carreira para o cinema independente, onde deu mostras do seu potencial efetivo enquanto ator em filmes como “Maps to the Stars”, “Queen of the Desert”, “Life”, “The Lost City of Z” ou “Good Time”.

No que toca ao “The Batman”, têm surgido rumores que dão conta de que Penguin e Catwoman serão dois dos vilões no enredo e, desta feita, poderá não demorar muito tempo até que sejam revelados os nomes que vão interpretar as personagens em questão.

Com a realização e o argumento de Matt Reeves, “The Batman” está atualmente previsto para chegar aos cinemas a 25 de junho de 2021, sendo que a produção deverá começar no outono deste ano.

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Ridley Scott está a trabalhar na sequela de “Alien: Covenant”

alien ridley scott

De acordo com a revista Variety, Ridley Scott está a trabalhar numa nova longa-metragem da franquia “Alien”. Ao que parece, o cineasta vai apostar numa sequela de “Alien: Covenant”, o filme lançado em 2017.

  “Alien”, o clássico de ficção científica que apresentou o aterrador Xenomorph ao mundo do cinema no ano de 1979, continua a dar que falar. Desde que o primeiro filme foi lançado, a saga entrou numa espiral em graus variados de sucesso e fracasso, onde surgiram três sequelas e um par de spin-offs “Alien vs. Predator”.

Ridley Scott, que realizou o primeiro filme da saga, voltou a explorar o universo ao apostar na concessão de duas prequelas (“Prometheus” e “Alien: Covenant”). Por conseguinte, estes filmes abordam a história por trás das origens da humanidade, e acerca da evolução do face-hugger.

As receitas em torno de “Covenant” atingiram o dobro do valor do orçamento utilizado para a conceção do filme, porém, o resultado foi bastante modesto quando comparado ao que o seu antecessor auferiu nas bilheteiras. Enquanto que “Prometheus” registou $403 milhões de dólares nas bilheteiras, “Covenant” ficou-se pelos $241 milhões.

Perante este veredito, Scott não exaltou desde logo um panorama muito concreto quanto ao futuro da saga, todavia, de acordo com a Variety, a sequela de “Covenant” ainda se encontra em desenvolvimento ativo.

Em jeito de celebração pelo quadragésimo aniversário da saga, a Variety revelou que a terceira prequela de “Alien” está atualmente numa fase de conceção do argumento. Adicionalmente, ficou também expresso que Scott deverá ocupar a cadeira da realização.

Numa entrevista que deu recentemente, o cineasta confirmou que estão a haver negociações para que a Disney e a Fox apostem na conceção de novos filmes em torno de “Alien”. Não obstante, Scott realçou também o facto de ser necessário analisar as possibilidades de evolução da saga.

No que toca ao enredo desta nova aventura, existe a possibilidade da história incidir no facto dos engenheiros planearem vingar-se de David (Michael Fassbender), por este ter cometido genocídio contra eles em “Covenant”.

Efetivamente, a sequela de “Prometheus” preparou o terreno para David servir de grande malvado numa terceira prequela. Curiosamente, Fassbender declarou que gostaria de voltar a participar num filme da saga. Além disso, no passado, Scott afirmou que pretende afastar-se dos Xenomorphs e apostar nos seres de inteligência artificial (como David) em futuros filmes de “Alien”.

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“Parasite”, de Bong Joon-Ho, triunfa no Festival de Cannes

parasite festival de cannes

Pelo segundo ano consecutivo, a Palme d’Or do Festival de Cinema de Cannes foi atribuído a uma produção asiática. Em 2018, o prémio foi entregue a “Shoplifters” e, agora, o vencedor homenageado foi “Parasite”, de Bong Joon Ho.

Este ano, o Festival de Cinema Cannes testemunhou um momento histórico. O júri, liderado por Alejandro G. Inarritu, atribuiu a Palme d’Or a “Parasite” e, desta feita, Bong Joon-ho tornou-se o primeiro realizador Coreano a alcançar o feito.

A longa-metragem retrata o drama das desigualdades sociais. “Muito obrigado, Sinto-me muito honrado, sempre me inspirei muito no cinema francês, agradeço a Henri-Georges Clouzot e Claude Chabrol”, afirmou Bong Joon-ho.

The Grand Prix, o segundo prémio do júri, foi entregue a Mati Diop, por “Atlantics”. Baseado num documentário que Diop concebeu em 2009, “Atlantics” aborda o tema em torno dos refugiados.

Antonio Banderas triunfou na categoria de Melhor Ator pela sua performance em “Dolor y gloria”, de Pedro Almodóvar. Adicionalmente, Emily Beecham recebeu o prémio de Melhor Atriz pelo seu trabalho em “Little Joe”, de Jessica Hausner.

The Jury Prize, que simboliza essencialmente o terceiro lugar da competição, foi compartilhado por “Les Miserables” (Ladj Ly) e “Bacurau” (Kleber Mendonca Filho e Juliano Dornelles). Por conseguinte, perante um ano com tamanhas produções de qualidade, o júri optou por premiar o máximo de filmes possível. Adicionalmente, foi também criado um prémio “menção especial” para “It Must Be Heaven”, de Elia Suleiman.

Numa decisão um tanto ou quanto surpreendente, o prémio de Melhor Realização foi entregue aos irmãos Dardenne, por “Young Ahmed”, um retrato sobre a radicalização de um adolescente muçulmano.

Relativamente à categoria de argumento, a vencedora foi Celine Sciamma, que escreveu “Portrait of a Lady on Fire”. O filme, cujo o enredo gira em torno de um romance lésbico, foi dos mais aclamados do festival.

No que toca à Camera d’Or, foi entregue a “Our Mothers”, de Cesar Diaz. A longa-metragem foi exibida na seção independente da Semana Internacional da Crítica.

Inarritu, o presidente do júri, foi um dos seis cineastas que constituíram o painel de nove personalidades. Por conseguinte, os restantes realizadores presentes foram Pawel Pawlikowski, Kelly Reichardt, Robin Campillo, Yorgos Lanthimos e Alice Rohrwacher, com o painel a ser preenchido pela atriz Elle Fanning, a autora Enki Bilal e a atriz Maimouna N’Diaye.

De entre os vinte e um filmes na competição principal, surgiram também “Once Upon a Time … in Hollywood”, de Quentin Tarantino, “The Dead Don’t Die” de Jim Jarmusch, “A Hidden Life” de Terrence Malick, “Frankie”, de Ira Sachs “Frankie”, “Matthias & Maxime”, de Xavier Dolan, “Sorry We Missed You”, de Ken Loach, “The Whistlers”, de Corneliu Porumboiu e “Mektoub, My Love: Intermezzo”, de Abdellatif Kechiche.

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