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Revelado teaser trailer de “Doctor Sleep”, sequela de “The Shining”

doctor sleep

Publicado em 2009, “Doctor Sleep” ganha agora também uma adaptação cinematográfica e é a continuação da obra que Stephen King publicou em 1977 (The Shining).

A história passa-se vários anos depois de Jack Torrance enlouquecer no Overlook Hotel mas agora narra a história do seu filho – Danny – em adulto. Nesta história, Danny mede forças com um grupo nefasto que se alimenta da energia de crianças que compartilham os mesmos poderes psíquicos que ele.

Segundo Mike Flanagan, “Doctor Sleep” não será apenas uma sequela. O realizador que também trabalhou recentemente em “Gerald’s Game” (também baseado numa obra de King) e em “The Haunting of Hill House”, afirmou que o filme servirá também de ponte entre o universo da longa-metragem de Stanley Kubrick e o romance de King.

No que toca ao filme original, qualquer fã de King que se preze sabe que existem algumas diferenças entre o romance e a longa. No entanto, a adaptação de Kubrick é considerada um clássico de terror e está tão presente na cultura popular (“Here’s Johnny!”) que deixa agora os fãs na expectativa quanto ao trabalho de Flanagan.

“It is an adaptation of the novel Doctor Sleep, which is Stephen King’s sequel to his novel The Shining. But this also exists very much in the same cinematic universe that Kubrick established in his adaptation of The Shining. And reconciling those three, at times very different sources, has been the most challenging and thrilling part of this.”

Desta feita, uma das partes mais difíceis da filmagem de “Doctor Sleep” para Flanagan foi tentar decidir o que deveria homenagear: o romance de King ou o filme de Kubrick – que King odiava notoriamente. Efetivamente, andou na corda bamba para conseguir homenagear ambas as obras: “Tanto King como a Kubrick Estate gostaram do filme!”, afirmou.

A interpretar Danny Torrance surge agora Ewan McGregor, que contracena com Rebecca Ferguson, Jacob Tremblay, Zahn McClarnon, Bruce Greenwood, Carel Struycken , Emily Alyn Lind, Jocelin Donahue, entre outros.

“Doctor Sleep” tem data de estreia prevista para o dia 14 de novembro de 2019 nas salas de cinema em Portugal.

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Foram divulgadas novidades sobre “Gladiator 2”

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Em novembro de 2018, foi anunciado que Ridley Scott iria trabalhar na criação de uma sequela de “Gladiator”, , a longa-metragem que arrecadou o Óscar na categoria de Melhor Filme em 2001. Entretanto, os produtores do novo filme confirmaram um detalhe interessante sobre o enredo de “Gladiator 2”.

Walter F. Parkes e Laurie MacDonald confirmaram recentemente que os trabalhos em torno da sequela de “Gladiator” vão começar brevemente. Numa entrevista que deram ao HeyUGuys, os produtores afirmaram que estão a trabalhar com Scott e com o argumentista Peter Craig.

“We’re working with Ridley. That’s one we wouldn’t touch unless we felt in a way to do it was legitimate. We’re working with an amazing writer as well — Peter Craig”.

Adicionalmente, Parkes acrescentou que o enredo terá lugar entre 25 a 30 anos após os acontecimentos que foram narrados no primeiro filme. 

Ao que parece, a sequela de “Gladiator” deverá incidir na história de Lucius, o sobrinho de Commodus (que foi retratado por Joaquin Phoenix), o líder romano morto por Maximus. O personagem de Russell Crowe morreu no final do filme original e, desta forma, não será uma força motriz na sequência. Não obstante, a presença de Maximus será sentida como uma figura inspiradora para Lucius.

De acordo com esta nova pista divulgada por Parkes, e seguindo a analogia desta possibilidade no que toca ao enredo, Lucius deverá surgir na versão de jovem adulto. Em 2000, a personagem foi retratada por Spencer Treat Clark, todavia, ainda não se sabe se o ator vai voltar a interpretar o papel.

A sequela vai contar com a produção da Paramount, que trouxe Craig a bordo do projeto. Este argumentista trabalhou em “Top Gun: Maverick”, com Tom Cruise, “The Town”, de Ben Affleck, ou ainda nos dois “The Hunger Games: Mockingjay”.

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Christian Bale e Matt Damon são parceiros no trailer de “Ford v. Ferrari”

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A 20th Century Fox divulgou o primeiro trailer de “Ford v. Ferrari”. O filme, que conta com a participação de Matt Damon e Christian Bale nos papéis principais, narra a história em torno da rivalidade entre a Ford e a Ferrari na disputa pela Le Mans de 1966.

Protagonizado por Matt Damon, que interpreta Carroll Shelby, e Christian Bale, que dá vida a Ken Miles, “Ford v. Ferrari” promete narrar a história verídica acerca da rivalidade entre a Ford e a Ferrari nas lendárias 24 Horas de Le Mans.

O projeto foi desenvolvido durante alguns anos e, num ponto inicial, foi idealizado para ser protagonizado por Tom Cruise e Brad Pitt. Entretanto, James Mangold (“Logan”, “Walk the Line”, “3:10 to Yuma”) acabou por assumir o leme do filme em 2018, sendo que a produção teve início no passado mês de Julho.

A longa metragem é ambientada na década de 60 e retrata os eventos que culminaram na vitória da Ford na Le Mans, destronando a Ferrari, o que parecia uma missão impossível à época. O sucesso almejado foi atingido pela parceria entre Carroll Shelby e Ken Miles.

O trailer faz um bom trabalho a estabelecer a narrativa principal do filme; Henry Ford II (Tracy Letts) quer vencer a Ferrari em Le Mans e Shelby é recrutado para ajudar a construir um carro com o potencial necessário para atingir o objetivo.

Todavia, Shelby (designer de automóveis americanos) percebe que é necessário mais do que um milagre de engenharia para alcançar o sucesso e, desta feita, Ken Miles acaba por ser fundamental para o plano na condição de piloto.

“This is David vs. Goliath vs. Goliath. You’ve got the industrial Goliath with Ford and the charismatic Goliath of reputation with Ferrari, and then this true story of the triumph of the misfits.” – Christian Bale

Bale vem de uma nomeação ao Óscar pela sua performance em “Vice” e, mais uma vez, poderá demonstrar suas habilidades de camaleão. Adicionalmente, a escolha de Mangold para ocupar a cadeira da realização poderá vir a dar frutos na obtenção de prémios.

Os espectadores têm apenas um gostinho do seu turno aqui, mas parece que será outro atrativo. Na vida real, Miles e Shelby eram associados próximos, um aspecto que Ford vs. Ferrari deveria cobrir em detalhes. 

Adicionalmente, a longa-metragem conta ainda com a participação de Letts, Jon Bernthal, Noah Jupe, Caitriona Balfe, Ray McKinnon, Josh Lucas e Remo Girone.

“Ford v. Ferrari” tem estreia marcada para o dia 14 de novembro nas salas de cinema em Portugal.

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Tony Todd vai participar no remake de “Candyman”

candyman destaque

Jordan Peele vai produzir o remake de “Candyman”, o filme de terror que Bernard Rose realizou em 1992. A longa-metragem será realizada por Nia DaCosta, que trabalhou recentemente em “Little Woods”, e vai contar com a participação de Tony Todd.

Tony Todd, o ator que protagonizou “Candyman” (1992), vai participar no remake da longa-metragem. O projeto contará com a realização de Nia DaCosta (“Little Woods”), e a produção de Jordan Peele.

“Out of the blue I got a phone call from Jordan Peele. We’re still waiting for the contract, but the way he explained it to me was that it’s gonna be applause-worthy moments. That’s his words. No matter what happens with that, it’s gonna just put renewed attention on the original”, afirmou Todd.

A juntar a Todd, Yahya Abdul-Mateen II, de “Aquaman”, vai interpretar a personagem principal, sendo que Teyonah Parris também faz parte do elenco. Adicionalmente, Lakefield Stanfield está de momento em negociações para integrar o projeto.

Lançado em 1992, “Candyman” tornou-se um clássico no género de filmes de terror. O enredo incide na história de Helen Lyle, uma estudante de pós-graduação que está a efetuar uma pesquisa sobre lendas e mitos em Chicago. Durante o processo, conhece Anne-Marie McCoy, que lhe fala sobre The Candyman, uma lenda urbana.

Anteriormente conhecido pelo seu papel em “Key & Peele”, uma série de sketchs de comédia, Jordan Peele veio a cimentar uma posição na conceção de filmes de terror, ao realizar “Get Out” e “Us”.

“Candyman” é inspirado na obra de Clive Barker e, nas palavras de Peele, foi “um marco para a representação negra no género de terror”.

 

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É oficial: Robert Pattinson vai interpretar Batman no cinema

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No início do mês de Maio, surgiu a informação de que Robert Pattinson era um dos atores favoritos para interpretar o papel de Bruce Wayne / Batman no novo filme de Matt Reeves. Entretanto, o Deadline confirmou que a Warner Bros. aprovou Pattinson para interpretar o herói na longa-metragem que, segundo consta, será a primeira de uma trilogia.

Desde que Matt Reeves assumiu o leme do novo projeto em torno de “The Batman”, a ideia incide na conceção de um reboot da versão efetuada por Zack Snyder (onde o herói foi retratado por Ben Affleck), e efetuar a abordagem a uma fase mais nova da personagem.

Por conseguinte, era necessário escolher um Bruce Wayne mais jovem e, desta feita, surgiram rumores de que Robert Pattinson poderia ser o escolhido para o papel. Todavia, pouco depois dessa informação ter sido divulgada, foram apontados outros nomes para retratar a personagem (Nicholas Hoult, Armie Hammer ou Aaron Taylor-Johnson).

 

Mais recentemente, foi revelado que Pattinson e Hoult fizeram testes para o papel em questão. Contudo, parece que a Warner Bros. optou, de facto, pelo ator que protagonizou a saga “Twilight”. Assim, Robert Pattinson será o sétimo ator a interpretar Batman em filmes no formato de live-action.

O ator está de regresso aos projetos com orçamentos mais avultados, depois de se ter afastado por completo da vida de vampiro. Desde essa altura, Pattinson voltou a carreira para o cinema independente, onde deu mostras do seu potencial efetivo enquanto ator em filmes como “Maps to the Stars”, “Queen of the Desert”, “Life”, “The Lost City of Z” ou “Good Time”.

No que toca ao “The Batman”, têm surgido rumores que dão conta de que Penguin e Catwoman serão dois dos vilões no enredo e, desta feita, poderá não demorar muito tempo até que sejam revelados os nomes que vão interpretar as personagens em questão.

Com a realização e o argumento de Matt Reeves, “The Batman” está atualmente previsto para chegar aos cinemas a 25 de junho de 2021, sendo que a produção deverá começar no outono deste ano.

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Ridley Scott está a trabalhar na sequela de “Alien: Covenant”

alien ridley scott

De acordo com a revista Variety, Ridley Scott está a trabalhar numa nova longa-metragem da franquia “Alien”. Ao que parece, o cineasta vai apostar numa sequela de “Alien: Covenant”, o filme lançado em 2017.

  “Alien”, o clássico de ficção científica que apresentou o aterrador Xenomorph ao mundo do cinema no ano de 1979, continua a dar que falar. Desde que o primeiro filme foi lançado, a saga entrou numa espiral em graus variados de sucesso e fracasso, onde surgiram três sequelas e um par de spin-offs “Alien vs. Predator”.

Ridley Scott, que realizou o primeiro filme da saga, voltou a explorar o universo ao apostar na concessão de duas prequelas (“Prometheus” e “Alien: Covenant”). Por conseguinte, estes filmes abordam a história por trás das origens da humanidade, e acerca da evolução do face-hugger.

As receitas em torno de “Covenant” atingiram o dobro do valor do orçamento utilizado para a conceção do filme, porém, o resultado foi bastante modesto quando comparado ao que o seu antecessor auferiu nas bilheteiras. Enquanto que “Prometheus” registou $403 milhões de dólares nas bilheteiras, “Covenant” ficou-se pelos $241 milhões.

Perante este veredito, Scott não exaltou desde logo um panorama muito concreto quanto ao futuro da saga, todavia, de acordo com a Variety, a sequela de “Covenant” ainda se encontra em desenvolvimento ativo.

Em jeito de celebração pelo quadragésimo aniversário da saga, a Variety revelou que a terceira prequela de “Alien” está atualmente numa fase de conceção do argumento. Adicionalmente, ficou também expresso que Scott deverá ocupar a cadeira da realização.

Numa entrevista que deu recentemente, o cineasta confirmou que estão a haver negociações para que a Disney e a Fox apostem na conceção de novos filmes em torno de “Alien”. Não obstante, Scott realçou também o facto de ser necessário analisar as possibilidades de evolução da saga.

No que toca ao enredo desta nova aventura, existe a possibilidade da história incidir no facto dos engenheiros planearem vingar-se de David (Michael Fassbender), por este ter cometido genocídio contra eles em “Covenant”.

Efetivamente, a sequela de “Prometheus” preparou o terreno para David servir de grande malvado numa terceira prequela. Curiosamente, Fassbender declarou que gostaria de voltar a participar num filme da saga. Além disso, no passado, Scott afirmou que pretende afastar-se dos Xenomorphs e apostar nos seres de inteligência artificial (como David) em futuros filmes de “Alien”.

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“Parasite”, de Bong Joon-Ho, triunfa no Festival de Cannes

parasite festival de cannes

Pelo segundo ano consecutivo, a Palme d’Or do Festival de Cinema de Cannes foi atribuído a uma produção asiática. Em 2018, o prémio foi entregue a “Shoplifters” e, agora, o vencedor homenageado foi “Parasite”, de Bong Joon Ho.

Este ano, o Festival de Cinema Cannes testemunhou um momento histórico. O júri, liderado por Alejandro G. Inarritu, atribuiu a Palme d’Or a “Parasite” e, desta feita, Bong Joon-ho tornou-se o primeiro realizador Coreano a alcançar o feito.

A longa-metragem retrata o drama das desigualdades sociais. “Muito obrigado, Sinto-me muito honrado, sempre me inspirei muito no cinema francês, agradeço a Henri-Georges Clouzot e Claude Chabrol”, afirmou Bong Joon-ho.

The Grand Prix, o segundo prémio do júri, foi entregue a Mati Diop, por “Atlantics”. Baseado num documentário que Diop concebeu em 2009, “Atlantics” aborda o tema em torno dos refugiados.

Antonio Banderas triunfou na categoria de Melhor Ator pela sua performance em “Dolor y gloria”, de Pedro Almodóvar. Adicionalmente, Emily Beecham recebeu o prémio de Melhor Atriz pelo seu trabalho em “Little Joe”, de Jessica Hausner.

The Jury Prize, que simboliza essencialmente o terceiro lugar da competição, foi compartilhado por “Les Miserables” (Ladj Ly) e “Bacurau” (Kleber Mendonca Filho e Juliano Dornelles). Por conseguinte, perante um ano com tamanhas produções de qualidade, o júri optou por premiar o máximo de filmes possível. Adicionalmente, foi também criado um prémio “menção especial” para “It Must Be Heaven”, de Elia Suleiman.

Numa decisão um tanto ou quanto surpreendente, o prémio de Melhor Realização foi entregue aos irmãos Dardenne, por “Young Ahmed”, um retrato sobre a radicalização de um adolescente muçulmano.

Relativamente à categoria de argumento, a vencedora foi Celine Sciamma, que escreveu “Portrait of a Lady on Fire”. O filme, cujo o enredo gira em torno de um romance lésbico, foi dos mais aclamados do festival.

No que toca à Camera d’Or, foi entregue a “Our Mothers”, de Cesar Diaz. A longa-metragem foi exibida na seção independente da Semana Internacional da Crítica.

Inarritu, o presidente do júri, foi um dos seis cineastas que constituíram o painel de nove personalidades. Por conseguinte, os restantes realizadores presentes foram Pawel Pawlikowski, Kelly Reichardt, Robin Campillo, Yorgos Lanthimos e Alice Rohrwacher, com o painel a ser preenchido pela atriz Elle Fanning, a autora Enki Bilal e a atriz Maimouna N’Diaye.

De entre os vinte e um filmes na competição principal, surgiram também “Once Upon a Time … in Hollywood”, de Quentin Tarantino, “The Dead Don’t Die” de Jim Jarmusch, “A Hidden Life” de Terrence Malick, “Frankie”, de Ira Sachs “Frankie”, “Matthias & Maxime”, de Xavier Dolan, “Sorry We Missed You”, de Ken Loach, “The Whistlers”, de Corneliu Porumboiu e “Mektoub, My Love: Intermezzo”, de Abdellatif Kechiche.

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Remake de “Mulan” custou mais de $300 milhões de dólares à Disney

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Li Gong, uma das atrizes que integra o elenco do remake de “Mulan”, afirmou que este é o filme mais caro da Disney. Inspirado na animação de 1998, a longa-metragem incide na história de Hua Mulan, uma mulher que se disfarça de guerreiro para ocupar o lugar do pai no exército chinês.

Desde 2010 que a Disney planeia efetuar um remake em formato live-action de “Mulan, contudo, só em 2015 é que o projeto começou a ser desenvolvido.

Na altura, surgiram algumas polémicas no que toca ao argumento original do filme, visto que o protagonista seria um homem. Porém, mais tarde, a Disney efetuou alterações no argumento, e clarificou que Mulan seria a personagem principal da história.

Por conseguinte, foi entretanto anunciado que Liu Yifei iria retratar o papel principal. Para contracenar com a atriz, surgem nomes como Donnie Yen, Gong Li, Jason Scott Lee, Tzi Ma, Yosan An e Jet Li.

Entretanto, numa entrevista que deu recentemente, Gong Li afirmou que este remake de “Mulan” custou mais de trezentos milhões de dólares à Disney.

Segundo Li, este investimento avultado por parte do estúdio incide na necessidade de aprimorar os efeitos especiais na conceção de batalhas, personagens e outras criaturas místicas que surgem no filme.

Para este projeto, a Disney prometeu ser bastante fiel à lenda chinesa original sobre Mulan. Em 2018, o estúdio divulgou a primeira imagem oficial do remake, onde a personagem surge de espada em punho

Ao que parece, a longa-metragem não será fiel à sua contra-parte animada no que toca ao género musical, embora incorpore algumas músicas conhecidas do público.

Ao investir de forma tão comprometedora, a Disney deverá estar à procura de bons resultados junto da bilheteira. Para se ter noção, na fasquia que supera os trezentos milhões de dólares investidos pelo estúdio, surgem filmes como “Avengers: Age of Ultron” ou, mais recentemente, “Avengers: Endgame”.

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Focus Features divulga trailer do filme “Downton Abbey”

downton abbey

A Focus Features divulgou o trailer oficial de “Downton Abbey”, filme que servirá de continuação à série emitida entre 2010 e 2015. Nesta nova aventura pelo grande ecrã, boa parte do elenco original está de regresso.

“Downton Abbey”, a aclamada série em torno da família Crawley, será agora revisitada no cinema. A longa-metragem contará com a participação de Maggie Smith, Michelle Dockery, Laura Carmichael, Elizabeth McGovern, Hugh Bonneville, Jim Carter e Brendan Coyle, que regressam para interpretar os papéis que desempenharam outrora.

Julian Fellowes, o criador de “Abbey”, regressou para escrever o argumento do filme. Quanto à realização, ficou a cargo de Brian Percival, que trabalhou em quatro episódios da série.

“Downton Abbey” é ambientada numa propriedade fictícia no Yorkshire, durante os anos de 1912 e 1926. O enredo segue a vida aristocrática da família Crawley, tal como das pessoas que trabalham na propriedade da família. Desta feita, ao longo da série, alguns acontecimentos históricos acabam por afetar o percurso da família na hierarquia social britânica.

Por conseguinte, parte dos eventos descritos em “Downton Abbey” incidem em capítulos da história verídica:

  • Naufrágio do Titanic (primeira temporada);
  • A eclosão da Primeira Guerra Mundial, a pandemia da gripe espanhola e o escândalo Marconi (segunda temporada);
  • A guerra pela independência Irlandesa que levou à formação do Estado Livre Irlandês (terceira temporada);
  • O escândalo Teapot Dome (quarta temporada);
  • As eleições gerais de 1923 no Reino Unido, Massacre de Jallianwala Bagh e o “Beer Hall Putsch” (quinta temporada);
  • A ascensão da classe trabalhadora durante o período entre guerras e o eventual declínio da aristocracia britânica (sexta, e última, temporada).


No que toca ao filme, a história central promete incidir numa visita real do rei George V e da rainha Mary (isto é, os avós da rainha Elizabeth) a Downton.

Joanne Froggatt, a atriz que interpreta Anna, a criada de Lady Mary, afirmou o seguinte sobre a sua personagem no filme: “Ela e o Sr. Bates têm um bebé, agora com 18 meses”.

Allen Leech, o ator que interpreta Tom Branson, afirmou que vão existir cenas partilhadas por Branson e Lady Mary: “Branson e Lady Mary vão surgir juntos. Eles são uma grande equipa e, neste filme, serão mais do que nunca”.

De acordo com Michelle Dockery, por sua vez, Lady Mary apresenta agora uma vida bastante estável: “Ela e o seu segundo marido (Henry Talbot) apoiam-se um ao outro e são bons amigos. É bom ver a Mary desta maneira, ao invés da constante agitação em torno da sua vida amorosa.”, afirmou a atriz.

Em contrapartida, uma das grandes linhas emocionais da longa-metragem incide no regresso de Carson. Embora tenha deixado Downton nas mãos capazes de Thomas, uma nova história de “Downton Abbey” não seria a mesma sem a presença do homem que a soube governar tão bem.

Adicionalmente, Maggie Smith também regressou para trabalhar no filme, o que foi visto como uma surpresa visto que, no término da série, a atriz deu a entender que não pretendia voltar a interpretar Violet Crawley.

No filme, Smith contracena com Imelda Staunton (a atriz que interpretou Dolores Umbridge em “Harry Potter”) que, embora não tenha participado na série, é uma das novas caras nesta longa metragem. Para além de Staunton, outros acréscimos ao elenco incluem nomes como Geraldine James, Simon Jones, David Haig, Tuppence Middleton, Kate Phillips, Stephen Campbell Moore e Max Brown.

“Downton Abbey” tem estreia marcada para o dia 19 de Setembro de 2019 nas salas de cinema em Portugal.

 

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Bryan Cogman, argumentista de “Game of Thrones”, vai trabalhar na série sobre “Lord of the Rings”

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Adeus, Iron Throne. Olá, Middle-earth. Bryan Cogman, que assumiu funções de argumentista e produtor em “Game of Thrones”, vai agora trabalhar como consultor da série que a Amazon está a conceber no universo “Lord of the Rings”.

De acordo com a revista Variety, Bryan Cogman vai exercer a função de consultor de JD Payne e Patrick McKay, os argumentistas da série que a Amazon está a desenvolver sobre “Lord of the Rings”.

Em “Game of Thrones”, Cogman foi assistente de David Benioff e D.B. Weiss, os criadores da série. Posteriormente, ficou célebre por ser um conhecedor devoto da história criada por George R.R. Martin. Desta forma, foi responsável por escrever “Cripples, Bastards, and Broken Things”, episódio da primeira temporada, ou “Kissed by Fire”, da terceira.

A título de curiosidade, também foi Colman que escreveu “A Knight of the Seven Kingdoms”, o episódio mais aclamado pela crítica da última temporada de “Game of Thrones”. Por isto e mais, chegou inclusive a receber um elogio por parte do próprio George Martin:

“Dave and Dan—even though there were two of them, there really needed to be three. Bryan was the third head of the dragon.”

Quanto à série em torno de “Lord of the Rings”, a Amazon confirmou recentemente que o enredo será ambientado na Segunda Era. Desta feita, corresponde a um espaço temporal de três mil entre esta história e “Fellowship of the Ring”, a primeira parte da trilogia clássica.

Efetivamente, “Fellowship of the Ring”, de Peter Jackson, descreveu o fim da Segunda Era, quando a última aliança de elfos e homens enfrentou as forças de Sauron. Não obstante, a Segunda Era é composta por mais de três mil e quatrocentos anos, sendo que teve início depois de Morgoth (o “dark lord” antes de Sauron) ter sido banido.

Os direitos para a concepção da série foram adquiridos pela Amazon no ano passado e, ao que parece, tanto os direitos televisivos como os custos de produção devem rondar os quinhentos milhões de dólares.

Embora ainda não haja de produção anunciada, espera-se que esta nova aventura de “Lord of the Rings” estreie em 2021.

 

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